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quinta-feira, 18 de novembro de 2010

AIESEC no Estadão

Brasil vira ''terra das oportunidades'' para jovens estrangeiros

Recém-formados de países vizinhos veem trabalho temporário no Brasil como oportunidade de ''turbinar'' o currículo


18 de novembro de 2010
Fernando Scheller - O Estado de S.Paulo


O crescimento econômico brasileiro, que deve superar 7% neste ano, fez aumentar o interesse pelo País entre os jovens estrangeiros em busca de uma experiência profissional internacional. Especialmente na América do Sul, um contrato temporário de trabalho no Brasil - a maior economia da região - é visto como complemento que pode fazer toda a diferença no currículo.

O número de jovens estrangeiros que vieram para o Brasil por intermédio da rede global de estudantes universitários Aiesec aumentou em 50% entre 2009 e 2010, passando de 299 para 447. Entre as nações que mais enviaram jovens para o País figuram Colômbia, Estados Unidos, Peru e México. "Decidi pelo Brasil ainda na faculdade porque se trata da potência da América do Sul", diz o peruano Carlos Adrian Nuñez, 24 anos, que hoje mora em Lauro de Freitas (BA).

Nuñez trabalha na empresa Master Glasses, fabricante de óculos que, interessada em expandir seus negócios para a América do Sul, fez parceria com a Aiesec e selecionou estudantes colombianos, argentinos e peruanos. "Eles vêm com ideias inovadoras", afirma Carlos Souza, presidente da empresa.

O caso de Nuñez, porém, é especial. Enquanto outros estrangeiros apenas cumpriram o contrato temporário com a Master Glasses - que fabrica 50 mil óculos por mês e fatura R$ 36 milhões por ano -, o peruano foi convidado a ficar. Souza pediu um visto de trabalho que garantirá mais dois anos de permanência ao intercambista. "Ele trouxe uma mentalidade de qualidade à empresa. Agora, com as exportações, preciso de alguém que fale espanhol e garanta a qualidade do produto em outros países."

Contando o período de intercâmbio mais o novo contrato de trabalho, Nuñez terá cerca de quatro anos de experiência profissional no País. "Será um diferencial muito forte no meu currículo", explica.

"Exportação". O Brasil também é um exportador de jovens talentos, de acordo com a Aiesec. O número de brasileiros que viajaram por meio da entidade cresceu quase 30% em 2010, chegando a 489. A maior parte das oportunidades de estágios em empresas está concentrada na Índia e na China - recentemente, a Aiesec firmou uma parceria para enviar jovens profissionais da área de TI para temporadas no conglomerado indiano Tata, famoso pela fabricação do carro mais barato do mundo.

Essa "facilitação" do estágio, porém, não sai de graça. Atualmente com 32 escritórios no Brasil, a Aiesec cobra pela intermediação. A instituição diz que um programa no Leste Europeu, por exemplo, exige investimento médio de R$ 3 mil do estudante ou profissional recém-formado. O valor inclui passagem aérea, taxa de visto e seguro-saúde, mas não contabiliza gastos pessoais no destino.

domingo, 30 de maio de 2010

Ana fala sua sua experiência de intercâmbio na China

Ana Carolina Godoy acabou de retornar ao Brasil depois de passar dois meses e meio na China desenvolvendo o seu intercâmbio. Agora ela nos fala um pouco sobre como foi proveitosa esta experiência:


Por que você decidiu fazer intercâmbio pela AIESEC? O que voce buscava? Expectativas?

Porque um pouco antes de me formar percebi que ainda precisava desenvolver algumas habilidades... daí então a oportunidade de um intercâmbio na AIESEC.

Por que você escolheu o pais e a cidade nos quais realizou seu intercâmbio?

Escolhi mais pela vaga de trabalho do que pela cidade ou país. Gostaria de trabalhar em algo relacionado a desenvolvimento sustentável, por isso escolhi essa oportunidade em Pequim.

Ficou satisfeita com as condições de trabalho? Aprendeu alguma coisa nova?

Na verdade a carga de trabalho era menor do que eu esperava, mas as condições de trabalho eram ótimas... aprendi várias coisas, principalmente a melhorar minha capacidade de comunicação.

Essa experiência profissional será importante no seu futuro? Por quê?

Sem dúvidas. Depois de uma experiências dessas não dá pra ser a mesma pessoa de antes. Hoje consigo lidar bem melhor com dificeis desafios, consigo me comunicar bem, me virar em um ambiente desconhecido.

Qual foi o primeiro e o maior choque cultural?

Preciso mesmo falar? O banheiro né... que aliás teve maior repercussão do que eu esperava... rs

Teve a chance de fazer amigos?

Tive sim, no mesmo projeto em que trabalhei tinham mais 7 pessoas, e ficamos bem unidos durante toda a experiência. Além disso tive a oportunidade de conhecer muitos trainees que trabalhavam em outros projetos, ou de outros comitês locais de Pequim. Viajávamos, Saíoamos juntos, além de nos encontrarmos com frequência.

Este intercâmbio te mudou de alguma forma? Como?

Sim. Hoje sou mais comunicativa e independente.

Aprendeu algo novo sobre você mesma?

Aprendi que posso muito mais do que eu pensava.

Depois de sua experiência, recomendaria o intercâmbio da AIESEC? Por quê?

Sim. É uma experiência que não tem preço.

O que você mais gostou do país que visitou? Por quê?

Gostei de meus alunos, dos meus novos amigos, das viagens.

Que aspecto do intercâmbio você mais gostou? Por quê?

Gostei de ter trabalhado com desenvolvimento sustentável.

Foi uma "life changing experience"? Por quê?

Sim. Como eu já disse, não dá pra ser o mesmo de antes depois desta experiência!


Se quiser saber mais sobre como foi essa experiência de intercâmbio, acesse o blog da Ana: http://anacgodoy.wordpress.com/

sábado, 24 de abril de 2010

Foco no seu desenvolvimento: ICP (Individual Career Plan)!

O ICP (Individual Career Plan), é uma das ferramentas mais importantes utilizadas por Talent Management (Gerenciamento de Talentos - RH). Ao se juntar à AIESEC, o membro começa a refletir sobre como o desenvolvimento adquirido nesta fase pode contribuir para a sua carreira futura e é neste contexto que o ICP é usado.
Em cada Comitê Local, esta ferramenta pode receber diferentes nomes, porém todos tem o mesmo objetivo. Assim, é essencial que cada um dos membros responda a este instrumento voltado para seu próprio desenvolvimento!
O ICP permite que sejam traçadas estratégias para atingir seus obejtivos pessoais, direcionando para o que pode ser desenvolvido neste momento. Por meio desta ferramenta, todos podem ter claras prespectivas de como e quando a AIESEC poderá contribuir para seus planos de vida.
A partir desta reflexão, o membro e seu Diretor de Área (VP) terão essas informações mais nítidas para que juntos, através do coaching (acompanhamento pessoal), possam indicar quais oportunidades dentro da Organização o membro poderá escolher ou quais competências tem a desenvolver.
Para o time de Talent Management, também fica mais fácil identificar qual o pipeline (tendência) interno, ou seja, quem quer realizar intercâmbio e quando, ou quem pretende se candidatar para alguma posição na AIESEC e quando, ficando mais simples de traçar estratégias para multiplicar o alcance de nosso Comitê Local.

Conheça melhor a SOLA!

A SOLA (State of Local Assessment) é uma ferramenta utilizada pelo time de Information Management - IM (Gestão e Análise Estratégica da Informação) que avalia mensalmente a situação do Comitê Local. Ela tem como objetivo final colher informações que ajudem no planejamento das áreas e em mudança da tomada de decisão, a fim de corrigir eventuais problemas.
Como os Comitês Locais se encontram em realidades diferentes, a criação de um modelo único não é válido. É necessário pensar em como mensurar as estratégias atuais dos Comitê Local para que elas atinjam o resultado esperado, sendo que, por ser uma ferramenta dinâmica, a SOLA precisa de constantes adaptações para avaliar o que realmente é relevante para o escritório.
Por meio do histórico gerado, é possível comparar não só os resultados, como também as estratégias tomadas anteriormente que não trouxeram resultados, evitando assim a repetição de erros.
Além disso, a SOLA faz com que o planejamento fique mais claro, por isso é de extrema importância que as mensuráveis da ferramenta estejam alinhadas com as estratégias correntes do Comitê. Com o planejamento, os Diretores das Áreas conseguem distinguir o que está dando certo do que está ineficiente e elaboram as futuras estratégias que precisam ser colocadas em prática para atingir as metas mensais.

terça-feira, 16 de março de 2010

Índia



Conheci a AIESEC em 2007 por meio da Letícia, que fez parte do grupo inicial que formou o escritório, junto com a Bê, Aline, Isa e Pedro. Posso afirmar que essa descoberta foi fundamental não apenas para minha vida universitária mas para toda a minha carreira. Fundar um escritório em uma cidade nova, com pessoas que não conhecia anteriormente, trazer novos membros pra organização, ser responsável pelos intercâmbios e pelo desenvolvimento destes, isso e muitas outras coisas fizeram da @ a melhor experiência que tive na universidade.

Após ter deixado a presidência, continuei envolvido com o escritório em diversas atividades (organização de conferências, estabelecimento de novas áreas), enquanto ficava cheio de orgulho pelos resultados que antingíamos. Trabalhei também em projetos com a AIESEC Internacional em duas ocasiôes, onde tive o prazer de trabalhar com pessoas de diferentes países e pontos de vista.

Sem contar que todo esse processo foi muito divertido, já que sempre me preocupei em criar um ambiente criativo que fizesse com que as pessoas tivessem entretidas enquanto trabalhavam. Junto com isso vieram grandes amizades que fiz e mantive, sem alienar as que tinha "fora da AIESEC".

Terminando minha graduação, vinha a famosa dúvida: "e agora?" Ao contrário de muitos da universidade (inclusive da AIESEC), não tenho interesse de trabalhar em grandes empresas (pra ser sincero, em empresa nenhuma) e via no intercâmbio da AIESEC a oportunidade de ter uma experiência intensa no terceiro setor ao mesmo tempo que entrava em contato com uma cultura muito diferente da minha, onde poderia ter simultaneamente um grande aprendizado profissional e pessoal.

Atualmente estou em Jaipur, Índia, trabalhando em uma ONG chamada SATYA, onde sou responsável pela elaboração de propostas, relatórios e também estou coordenando um workshop direcionado aos membros do poder judiciário local e ao governo estadual do Rajastão. Moro com pessoas de 12 países diferentes, além de conviver com dezenas de intercambistas espalhados pela cidade, ao mesmo tempo que descubro a cada dia um pouco mais sobre a India, sua cultura e suas pessoas.

Não digo que a AIESEC é a única oportunidade, longe disso. Mas digo que se tem vontade de participar de um ambiente dinâmico de aprendizado, conhecer pessoas fantásticas enquanto contribui pra socidade, é díficil fazer melhor escolha.

Um grande abraço pro pessoal da UNESP,


Ivan

PS: se quiserem acompanhar um pouco mais do meu intercâmbio, acessem meu blog, eu sei que deveria atualizar mais frenquentemente, mas é que aqui acontece tanta coisa que em vez de ficar escrevendo prefiro viver o que "deveria escrever".

terça-feira, 9 de março de 2010

Por que a AIESEC?

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Rafael Fassini, foi diretor de Gestão de Intercâmbios da AIESEC em Franca e agora faz seu intercâmbio na Romênia.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Conheça a AIESEC

Presente em mais de 1.700 universidades e 107 países e territórios, a AIESEC é uma rede global formada por jovens universitários e recém-graduados que, por meio do trabalho dentro da organização e de intercâmbios profissionais, estimula a descoberta e o desenvolvimento do potencial de liderança de seus membros para que impactem positivamente a sociedade.

A organização possibilita aos jovens uma experiência integrada que desenvolve competências pessoais e profissionais a partir de vivência internacional, troca de conhecimentos, valorização da diversidade e gestão de equipes.

Por meio do trabalho dentro da organização e de intercâmbios profissionais, a AIESEC estimula seus membros a terem uma visão global, entendendo temas mundiais e compreendendo diferençcas entre pessoas, organizações e países.

Fazer um estágio ou um intercâmbio profissional é a experiência mais intensa de aprendizado que a organização oferece.

Cada ano, nós oferecemos a mais de 5.500 membros da AIESEC uma oportunidade desafiadora de viver e trabalhar num país estrangeiro em áreas de gestão, tecnologia, educação e desenvolvimento social.

A melhor maneira de desenvolver competências e habilidades necessárias para se tornar um líder é assumir uma das 7.700 oportunidades de liderança que a AIESEC oferece em nível local, nacional, regional e global. Além disso, proporcionamos treinamentos e o contato com outras organizações nas mais de 470 conferências que ocorrem todos os anos.



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